Nova energia Argentina? Política, ciência e indústria do lítio

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Bruno Fornillo

Resumo

A ambição principal que desperta o lítio contido nas salmouras do noroeste argentino é fabricar as baterias que serão vitais para a sociedade pós-fóssil. Olhamos para os primeiros sinais de contar com baterias de lítio no país e suas dificuldades, a participação dos agentes nacionais e provinciais, públicos e privados. Além disso, comentamos a situação na que se encontram Bolívia e Chile, em um quadro geopolítico geral, em relação a este mesmo problema. A hipótese geral do trabalho é que uma coordenação global sustentada desde o estado é necessária para poder resolver as dificuldades que têm surgido ao longo do caminho. No entanto, as chances de produzir baterias no país estão abertas. O trabalho se baseia em fontes primárias e secundárias, principalmente em entrevistas em profundidade com cientistas, políticos e empresários realizadas na Cidade de Buenos Aires, Salta e Jujuy

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Como Citar
Fornillo, B. (2015). Nova energia Argentina? Política, ciência e indústria do lítio. Ciencia, Docencia Y Tecnología, 26(51), 271–304. Obtido de https://ojstesteo.uner.edu.ar/index.php/cdyt/article/view/74
Secção
Ciências Humanas e Sociais - Pesquisa
Biografia Autor

Bruno Fornillo, UBA-CONICET

Investigador CONICET. Dr. en Geopolítica (Paris 8) y en Ciencias Sociales (UBA). Integra el Grupo de Estudios en Geopolítica y bienes naturales del Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe (FSOC-UBA) y la cátedra de Historia Contemporánea de América Latina (FFyL-UBA). La investigación ha sido financiada con un subsidio de la Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnológica de Argentina (PICT 2012-2628). Email: bmfornillo@gmail.com

Referências

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